segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Adequadamente



Descobri que já não quero coisas boas.
As coisas boas sempre chegam ao fim
e não quero que se acabe o que existe entre nós... 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

2 Dias, 2 anos ou uma eternidade

 It always fascinated me how people go from loving you madly to nothing at all, nothing. It hurts so much.

When I feel someone is going to leave me, I have a tendency to break up first before I get to hear the whole thing. Here it is. One more, one less. Another wasted love story.

I really love this one.

When I think that its over, that I'll never see him again like this... well yes, I'll bump into him, we'll meet our new boyfriend and girlfriend, act as if we had never been together, then we'll slowly think of each other less and less until we forget each other completely. Almost.

Always the same for me. Break up, break down. Drunk up, fool around. Meet one guy, then another, fuck around. Forget the one and only. Then after a few months of total emptiness start again to look for true love, desperately look everywhere and after two years of loneliness meet a new love and swear it is the one, until that one is gone as well.

There's a moment in life where you can't recover any more from another break-up. And even if this person bugs you sixty percent of the time, well you still can’t live without him. And even if he wakes you up every day by sneezing right in your face, well you love his sneezes more than anyone else's kisses.




Se ao menos fosse assim tão complicado....

sábado, 9 de agosto de 2014

Mundo meu, quem sou eu?


A minha bandeira não tem cor.
Tem raízes profundas em canções de amor;
troncos crescidos e ramos em flor
decorados com folhas escorrendo suor.

O meu país não tem fronteiras.
Tem memórias de guerras e brincadeiras,
histórias de crescimento e quebra de barreiras,
sonhos, vontades e descobertas pioneiras.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

terça-feira, 29 de julho de 2014

Conheces-me?

Ignoro o poder do tempo sobre o silêncio.
E do silêncio sobre o tempo.
Ou qualquer coisa desse género.
Como uma história de duas criaturas separadas pelo espaço térreo, conhecendo a existência recíproca sem que palavra alguma o confirmasse.
O relógio contava os anos desses calendários que deitamos fora numa agenda por preencher.
Memórias de lugares que nunca foram visitados e consequências de decisões ainda por tomar.

Palavras, sons particulares, que o tom da tua voz implementa nas minhas entranhas e se recusa a explicar.
Ecos de momentos, cores que a tua voz faz repercutir como se o disco riscado continuasse a tocar aquela música que já não posso ouvir.

Desligas e eu não quero ficar só, com imagens sem som...




 
forbidden fruit by apeyron on deviantART