Não batalho por palavras que deveriam ter sido ditas...
Batalho porque elas ficaram por dizer...
Não dói porque o silêncio fez de mim a sua nova morada...
Dói porque a minha nova morada é o silêncio...
Ou como dizem os Depeche mode eu sou Wrong...
There's something wrong with me chemically
Something wrong with me inherently
The wrong mix in the wrong genes
I reached the wrong ends by the wrong means
It was the wrong plan
In the wrong hands
With the wrong theory for the wrong man
The wrong lies, on the wrong vibes
The wrong questions with the wrong replies
Isto é tão eu....
E sabem o que fica??
O silêncio das coisas por dizer...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Meras palavras...
Aquelas que todas as imagens querem dizer sem explicar...
Aquelas que gritamos sem falar...
As que cada poro do nosso corpo rejeita...
E que é a única que o coração aceita...
AMOr
Love by =Photo-Witch on deviantART
Aquelas que gritamos sem falar...
As que cada poro do nosso corpo rejeita...
E que é a única que o coração aceita...
AMOr
Love by =Photo-Witch on deviantART
terça-feira, 6 de setembro de 2011
"Quando a alegria se torna tristeza e o bem estar infortúnio,
as almas pacientes extrairão prazer mesmo da dor."
Painful Pleasure by ~tinylittletyna on deviantART
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Round and Round
...Like a merry go 'round...
Quantas voltas dá o mundo enquanto nós nele andamos??
E quantas voltas damos no mundo por nele andarmos??
E por mais voltas que sejam dadas acabamos sempre no mesmo lugar...
Neste carrossel, que é a vida, por vezes calha-nos o assento que queríamos, outras vezes já está ocupado...
Mas quando apanhamos a figura ideal, aquela na qual nos queremos sentar então parece que mais que andar às voltas é o mundo que gira sem parar... E podemos saltar, gritar, espernear ou acreditar que estamos a viajar que nada se vai alterar...
O que muitas vezes nos esquecemos é que cedo ou tarde o carrossel vai parar e só nos resta abandonar o nosso lugar para quem a seguir quiser viajar...
domingo, 4 de setembro de 2011
Amar é banal...
Deixei a tristeza entrar
E no antro mais profundo do meu ser
Ela encontrou o seu lugar
Entrou e gravou o seu nome
Sem mesmo pedir autorização
E quando dei por mim já era tarde
E tinha-te tatuado no meu coração.
A noite abraça-me com um toque suave
tal pele doce de uma criança acabada de nascer
aquela que criamos ao longo de tantos anos
E descobri que nunca a quiseste ter...
Deixo que a raiva se instale
para a tristeza acompanhar
Nada pior do que a solidão
de dois sentimentos acabados de abandonar...
E no antro mais profundo do meu ser
Ela encontrou o seu lugar
Entrou e gravou o seu nome
Sem mesmo pedir autorização
E quando dei por mim já era tarde
E tinha-te tatuado no meu coração.
A noite abraça-me com um toque suave
tal pele doce de uma criança acabada de nascer
aquela que criamos ao longo de tantos anos
E descobri que nunca a quiseste ter...
Deixo que a raiva se instale
para a tristeza acompanhar
Nada pior do que a solidão
de dois sentimentos acabados de abandonar...
Subscrever:
Mensagens (Atom)